A advogada Érica Neves, reconhecida por sua defesa das prerrogativas profissionais e por sua atuação em causas em prol dos advogados, lançou oficialmente sua candidatura à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), se posicionando como a única oposição verdadeira ao atual presidente, José Carlos Rizk Filho, que tenta um terceiro mandato consecutivo. Além disso, Érica faz história como a primeira mulher a disputar o cargo mais alto dentro do sistema OAB-ES, fortalecendo o papel da mulher na liderança da advocacia capixaba.
Ao seu lado na chapa, Kely Andrade, atual presidente da OAB de Cariacica, concorre à presidência da Caixa de Assistência aos Advogados do Espírito Santo (CAEES), com a missão de interiorizar os benefícios da CAEES, garantindo que os serviços oferecidos aos advogados da Grande Vitória também cheguem de forma igualitária aos profissionais do interior do estado.
O episódio de exclusão e constrangimento envolvendo Ben-hur Farina
Entre as diversas falhas de gestão que marcaram a administração de José Carlos Rizk Filho, um dos episódios mais polêmicos foi o constrangimento público causado ao advogado Ben-hur Farina durante um evento em comemoração ao Dia do Advogado, realizado no Álvares Cabral. Na ocasião, Rizk impediu a entrada de Farina, mesmo após este ter pago sua inscrição, como todos os demais advogados participantes. O advogado foi barrado pelos seguranças pessoais de Rizk, em um ato de animosidade pessoal fomentada pelo próprio presidente da OAB-ES.
O episódio foi amplamente criticado, pois Ben-hur Farina foi tratado com arrogância, prepotência e autoritarismo, gerando profundo constrangimento não apenas para ele, mas também para os demais advogados presentes, que presenciaram esse fato lamentável. O incidente colocou em xeque a imagem da OAB-ES, que deveria ser uma instituição defensora da classe e promotora de respeito entre seus membros. O fato resultou em um processo judicial por danos morais, movido por Ben-hur contra a OAB-ES.
A situação gerou indignação entre os advogados capixabas, pois a OAB-ES, como ré no processo, poderá ser condenada a indenizar o advogado, e quem pagará a conta serão os advogados do estado, já que a indenização será coberta pelos recursos advindos das anuidades, que por sinal são consideradas altíssimas. O comportamento de Rizk, classificado como autoritário e contrário aos valores de uma instituição que deveria primar pelo diálogo e pela defesa das prerrogativas, levantou questionamentos sobre sua liderança e gerou ainda mais insatisfação entre os advogados que buscam uma mudança.
Críticas à gestão de José Carlos Rizk Filho
Esse episódio é apenas um dos muitos que marcaram a gestão controversa de José Carlos Rizk Filho, que nos últimos três anos abandonou as Subseções do Norte do Espírito Santo, deixando de prestar o suporte necessário para os advogados da região. Suas promessas, segundo críticos, foram vazias e não cumpridas, o que intensificou a insatisfação de advogados que esperavam uma gestão comprometida com as necessidades regionais e de toda a advocacia capixaba.
A jovem advocacia também caiu no esquecimento durante sua gestão, sem qualquer apoio efetivo ou programas que facilitassem a inserção e o desenvolvimento profissional de novos advogados no mercado. A falta de iniciativas voltadas aos jovens advogados e de um plano consistente para apoiar suas carreiras é apontada como uma das principais falhas de Rizk, que deixa, assim, uma lacuna no que deveria ser o fortalecimento da nova geração da advocacia capixaba.
Além disso, a administração de Rizk foi repleta de acusações de perseguição política contra advogados críticos à sua gestão, com a abertura de processos administrativos disciplinares persecutórios e uma atitude de centralização de poder que enfraqueceu as subseções ao suspender repasses financeiros para suas operações. O fechamento de várias salas da OAB, que são essenciais para o trabalho de advogados nos fóruns e tribunais, prejudicou diretamente os profissionais da advocacia, principalmente aqueles que atuam no interior do estado. Esses fechamentos e as dificuldades financeiras impostas às subseções foram apontados como resultado de uma gestão ineficiente e centralizadora, que prioriza interesses políticos internos em detrimento das necessidades da classe.
As propostas de Érica Neves
Diante desse cenário, Érica Neves surge como uma candidata comprometida com a renovação e a democratização da OAB-ES. Entre suas propostas, destacam-se:
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Respeito às prerrogativas dos advogados: Acabar com as perseguições políticas e assegurar que a OAB-ES seja uma instituição que defenda, e não puna, seus membros.
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Reabertura das salas da OAB: Érica se compromete a reabrir as salas de apoio nos fóruns e tribunais, garantindo condições adequadas de trabalho aos advogados, principalmente no interior.
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Gestão transparente e participação das subseções: Reestabelecer os repasses financeiros às subseções e promover uma gestão descentralizada, ouvindo as demandas de todas as regiões do estado.
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Apoio à jovem advocacia: Implementar programas específicos para facilitar a inserção dos jovens advogados no mercado, oferecendo oportunidades de capacitação e suporte.
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Combate ao abuso de poder: Promover uma gestão que respeite o diálogo, o debate democrático e que esteja em sintonia com as verdadeiras necessidades dos advogados.
A importância da renovação
Para Érica Neves, a OAB-ES precisa urgentemente de uma nova liderança, livre de perseguições e do autoritarismo que marcaram os últimos anos. Sua candidatura representa uma mudança profunda, com a proposta de devolver a OAB-ES aos advogados, assegurando que a instituição seja um espaço de diálogo, respeito e defesa intransigente das prerrogativas profissionais.
“A OAB-ES não pode continuar sendo um palco de imposições e perseguições. Precisamos de uma gestão transparente, participativa e democrática, que coloque os interesses dos advogados capixabas em primeiro lugar”, declarou Érica em seu lançamento de campanha.
Com as eleições se aproximando, Érica Neves e Kely Andrade, candidatas à presidência da OAB-ES e da CAEES, respectivamente, prometem uma gestão comprometida com a renovação, a democratização e a defesa das prerrogativas da advocacia, garantindo que os advogados de todo o estado possam finalmente contar com uma instituição que os represente de forma justa e eficiente.
Conheça a história de Érica Neves, sua Diretoria e suas 10 principais compromissos com a Advocacia Capixaba:
Propostas Erica Neves
Propostas Erica Neves – A OAB que você quer
Conheça as propostas de Érica Neves para a Jovem Advocacia:
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