Segundo os familiares, Gessika Dettmann Bello, de 32 anos, deu entrada na Fumatre com sintomas de dengue e plaquetas baixas; eles alegam demora no atendimento médico.
Ecoporanga foi tomada por uma tristeza profunda com a notícia do falecimento prematuro de Gessica Dettmann Bello, uma jovem de apenas 32 anos, que segundo os familiares à falta de atendimento médico adequado no Pronto Socorro do Hospital Fumatre, neste terça-feira (07).
Acompanhada por sua irmã, Gessica procurou ajuda no Pronto Socorro local, mas lamentavelmente encontrou-se com uma situação desoladora: recursos escassos e uma espera prolongada por atendimento, culminando em uma tragédia evitável.
Segundo relatos angustiantes da irmã de Gessica, o médico de plantão, Dr. João Roberto Dal Col, recusou-se a prestar assistência, mesmo diante dos apelos desesperados por socorro feitos por sua irmã. A discussão entre o médico e a irmã da paciente, que se prolongou por mais de 5 minutos, representou um tempo precioso perdido que custou a vida de Gessica.
Este trágico episódio lança luz sobre uma realidade preocupante que assola não apenas Ecoporanga, mas diversas regiões do país: a falta de assistência médica adequada. A morte de Gessica é um lembrete doloroso da necessidade urgente de melhorias no sistema de saúde, especialmente no atendimento emergencial.
Instamos as autoridades locais e os representantes da saúde pública a investigarem este incidente minuciosamente e a implementarem medidas concretas para evitar que tragédias como essa se repitam. A comunidade de Ecoporanga clama por justiça e por um sistema de saúde mais eficiente e acessível para todos os seus cidadãos.
Nossos corações estão com a família e amigos de Gessica neste momento de dor. Que sua partida precoce não seja em vão, e que as mudanças tão necessárias sejam efetivadas para evitar futuras perdas irreparáveis.
Video feito pela irmã de Gessica








































